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Reparo naval deve ser visto como fator estratégico, defende superintendente do Renave

É preciso pensar no reparo naval como fator estratégico para o país, defendeu o superintendente do Estaleiro Renave (Empresa Brasileira de Reparos Navais), Luiz Eduardo Campos de Almeida. Ele participou do Painel “Futuro da Indústria Naval e Offshore - Oportunidades e Desafios” dentro do Fórum de Líderes da Marintec South America realizado nesta segunda (19), primeiro dia do evento. “Só se pensa na construção naval”, desabafou.

Ele recordou que, recentemente, três embarcações que encalharam no Brasil foram reparadas em outros países como a China, por conta do custo. “Para termos um mercado de reparos navais competitivo precisamos rever os obstáculos como os altos custos portuários, por exemplo. Se o armador souber que o reparo em estaleiros do Rio tem valor competitivo, vai ampliar as rotas de navegação por aqui, fomentando o mercado”, explicou o superintendente do Renave.

No mesmo painel, Marcelo Dreicon, assessor de Planejamento e Gestão Estratégica da Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro), abordou as ações do Estado do Rio de Janeiro para o setor naval. Ele destacou a necessidade de formação de mão de obra e a revisão de políticas como a Conteúdo Local (CL). “Neste aspecto precisamos ver quais são as nossas vocações e depois pensar no que somos competitivos dentro das necessidades da indústria”, explicou.

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